sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Alívio!


Acabou, por hoje.

Amém a isso meu irmão.
Por que por mais que não estude normalmente, essa semana de prova foi coisa de " Ô loco meu!"
Até descer pra estudar no salão de festa as 10 e subir as 2 da manhã eu fiz, vê se pode?
Neeeem de longe. Tá proibido. não no meu mundo. Não por pelo menos mais 4 semanas.

Isso. daqui a quatro semanas eu posso até ficar com peso na consciência por causa de provas, ou nervosa, estudar, ou pior ainda.. deixar de dormir direito. Mas até lá. Só alegria, praia e mar. ( literalmente)

Amém a isso também.
Viva o lado "coca-cola" da vida.

domingo, 21 de setembro de 2008

Ui. Uma mentira. muitas saudades.


São exatamente 2 horas e 7 minutos do domingo 21. E eu sentei pra estudar matemática.
Abri um caderno pra começar a fazer os exercícios e vi um texto. Li e liguei o pc.
Ele tem que ser colocado aqui. E mãe, tá vendo? eu ainda tento estudar cara. hahaha


O texto é do dia 01/01/08

e começa assim:

" E o tic- tic- tac do meu coração... renascerá.."


' Que a vontade de viver nunca seja perdida entre as desilusões e o cansaço de todo dia. E por maior que seja o buraco no coração, que este não se torne 'apenas' membro involuntário e pulse sangue. Que o brilho da primeira vez seja mantido nos olhos. E as gargalhadas continuem a ser ouvidas. Que a felicidade não seja desperdiçada pelas pessoas que a gente encontra na vida e logo depois, perde. Que a gente consiga encontrar naquele amigo perdido a fortaleza do hoje. Jogue coisas foras, retirar é deixar espaço para as mais novas oportunidades; e quem sabe, melhores.
Não dê para trás. Quem sofre as consequências é você mesmo uai. E você guenta. Fraqueza é normal, se submeter a ela é completamente opcional.
Encerrar o dia é um ótimo propósito pra refazer o novo. Certas coisas ( quase tudo) só depende da gente.


Eu sorrio porque aprendi a levar o mundo nas costas e não sentir nada.

É que paz não pesa, tranquilidade não pesa.
Sensação MUITO louca essa. de achar que não cabe em si. de tanta, TANTA felicidade.'





hahaha.. e agora eu volto ao meu estudo!
beijo!

sábado, 20 de setembro de 2008

O que você vê?



Eu vivo há 17 anos ( e uns quebrados) nesse quarto, e bastou uma noite pra ele perder meu cheiro e o teu molde. Foi como se todo esse tempo não existisse e o momento de agora ( sentada na cama) fosse uma visita de primeira mão.. Hum.. a Tal da primeira impressão.
Achei quase feio, sujo e minha filha, não ponha na boca porque é do moço..
Eu viveria facilmente os próximos 17 anos com o meu gato na parede. Mas o resto.. o resto não.
Tudo desgastado e velho, perdido no tempo, entre o que tinha sido quando novo e o ... agora ( nem um pouco novo). Tudo levado pelo tempo, que insiste em correr.. a gente só não sabe pra onde.
Os rabiscos e machucados nas paredes. Conheço todos, causei quase todos. Sei disso.
Mas não me recordo de quase nenhum. Só sei deles porque eles existem e eu os vejo. Caso contrário... também teriam se perdido.

Todo mundo diz que pra se tornar algo novo, tem que deixar o velho pra trás.
Mas se não se sabe nem de onde vem.. como faz pra saber pra onde vai?

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

A arte de perder.


“A arte de perder não é nenhum mistério; Tantas coisas contêm em si o acidenteDe perdê-las, que perder não é nada sério. Perca um pouquinho a cada dia. Aceite, austero, A chave perdida, a hora gasta bestamente. A arte de perder não é nenhum mistério. Depois perca mais rápido, com mais critério: Lugares, nomes, a escala subseqüente Da viagem não feita. Nada disso é sério. Perdi o relógio de mamãe. Ah! E nem quero Lembrar a perda de três casas excelentes. A arte de perder não é nenhum mistério. Perdi duas cidades lindas. E um império Que era meu, dois rios, e mais um continente. Tenho saudade deles. Mas não é nada sério.– Mesmo perder você (a voz, o riso etéreo que eu amo) não muda nada. Pois é evidente que a arte de perder não chega a ser mistério por muito que pareça (Escreve!) muito sério. “
A.Bishop.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Demônia Maria.



Com o tempo o ser humano se desgasta, cansa, reclama e acomoda. O ruim passa a ser digerível, o feio se torna 'só' exótico, e o cheiro insuportável quase nem é mais notado. E seria completamente natural, se não fosse tão fácil..
A saída é achar algo que renove, que faça renascer, que brote flor na mais consistente pedra.
Pra uns é uma roupa nova, uma viagem, o restaurante preferido...
Mas pra mim não tem nada melhor do que pintar o cabelo. E confesso que fico horripilante, parecendo uma demônia e afins. Mas te juro que toda aquela coceira da tinta me faz uma pessoa nova e muito melhor.. O ânimo renova, a confiança vai lá em cima. E de repente qualquer rua se torna palco prum desfile particular de alegria.
E pra minha sorte. A minha salvadora vermelho especial numero 7744 custa menos de 15 reais normalmente.
É muito pouco preço. pra tantas sensações...

can you feel it?

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Quando ela cai no sofá, so far away...

Bom e aqui estamos nós.
A idéia do blog surgiu de uma madrugada qualquer ( mas muito boa) com um pequeno grupo de amigas..
E aqui se faz um dos nossos pontos comuns. O (quase) gosto pelas palavras. e o modo de dizê-las.

Essa da foto é a Carlinha, e não se deixe intimidar pelo tamanho da moça (1,75m). Sua doçura é bem maior que a altura, sem sombra de dúvidas. A Carlinha è meio tímida sim.. e um dia sem que ela soubesse andei lendo suas coisas e tomei um choque! Ela escreve... não com os dedos, muito menos com a cabeça, e sim com o coração. E ao ler suas palavras, me senti sentindo exatamente igual, olhando de dentro pra fora. Surpreendente né?
Ela com certeza vai nos levar à lugares incríveis. Segure-se bem.




Nessa foto temos 2, das 3. A Carla (esquerda) e a Steph (direita). E quando a gente fala da Steph é automático pensar em fortaleza, em resistência e em força de vontade. Tá na essência, no jeito de rir e viver. E eu tentava muitas vezes entender de onde ela tirava tanta coragem, mas não conseguia.. Um dia eu parei pra observá-la retirar os carrapatos dos cachorros dela.. e Lá eu entendi.. Que pra ela, não importa o que aconteça, pra ser feliz, basta estar viva. Aprenderemos então com toda essa intensidade..








E por último eu, a Paula. E já que se descrever custuma ser bem complicado, eu deixo pra vocês descobrirem ao longo dos textos. e da vida.